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Portugal continua a ser um óptimo destino para o investimento imobiliário

A Housers, a plataforma para o financiamento participativo no Sul da Europa, revela oito razões pelas quais Portugal continua a ser um destino óptimo para o investimento imobiliário.

A plataforma opera em Portugal desde 2017 e é certificada pela CMVM, preparou um documento que analisa a razão pela qual o mercado imobiliário português continua a ser uma boa alternativa de investimento. A Housers que está há mais de três anos em Portugal, revela que o resultado, mesmo nos tempos da Covid-19, tem sido positivo. Durante este período, foram desenvolvidos 30 projetos imobiliários em Portugal, com um volume de sete milhões de euros.

Assim, enumera oito razões que considera que Portugal é um bom destino:

  1. Nos últimos cinco anos, o mercado imobiliário em Portugal conheceu uma intensa retoma nas transações imobiliárias e um crescimento dos preços da habitação, com uma acentuação de aproximadamente 40% desde 2013. Este aumento dos preços da habitação é o resultado de uma baixa oferta de bens imobiliários e de um aumento significativo da procura.
  2. O crescimento económico e a qualidade de vida são alguns dos fatores que estão a dar a Portugal uma maior visibilidade como destino internacional para trabalhadores, estudantes, promotores e investidores.
  3. Menos limitações face à Covid-19. A crise sanitária e económica provocada pela pandemia também afetou o país, embora a gestão desde o início da crise da COVID-19 tenha permitido conter a crise. Além disso, os projetos imobiliários em Portugal só foram interrompidos durante 15 dias, o que significou que as datas de conclusão das obras não foram muito afetadas.
  4. A entrada de investidores estrangeiros através da adoção de medidas fiscais e da concessão de autorizações de residência, bem como o rápido crescimento da atividade turística nos últimos anos, tem desempenhado um papel fundamental na revitalização do mercado imobiliário português.
  5. Os incentivos fiscais do país para a renovação urbana, os regimes estáveis para investimentos, na sequência da última reforma da lei do arrendamento, bem como a vasta oferta de edifícios que necessitam de renovação e a forte procura tanto de compradores nacionais como internacionais, fornecem um roteiro para o mercado imobiliário nos próximos anos.  Lisboa e Porto estão a viver uma verdadeira transformação urbana do centro e das zonas mais privilegiadas, acolhendo novas empresas, graças ao impulso do turismo e à estabilidade económica do país.
  6. Além disso, a recente criação do SIGI, uma figura semelhante à SOCIMI espanhola, abre um novo caminho para os grandes investidores. Esta sociedade aposta em bens destinados ao aluguer de escritórios, casas, hotéis ou espaços dedicados ao comércio ou logística, com suculentas vantagens fiscais, melhorando o regime da SOCIMI, uma vez que oferecem um imposto sobre dividendos de 10% aos acionistas não residentes, em comparação com 19% para os seus homólogos espanhóis.
  7. O bom tempo, a estabilidade política, e a melhoria dos indicadores económicos nos últimos anos estão a encorajar o investimento estrangeiro nos últimos anos. Só no sector imobiliário, atingiu 3 mil milhões de euros em 2019.
  8. Lisboa foi considerada a cidade mais atractiva para investir em 2019, segundo o estudo Emerging Trends in Real Estate Europe 2019, realizado pela empresa de consultoria PwC, colocando-a à frente de cidades como Paris, Londres ou Berlim para investidores em Real Estate. Apesar desta razão, ter sido referida pela Housers, é de referir que Lisboa, desceu em 2020 para a 10ª posição, em 2021 está fora da lista do Top 10 do Emerging Trends in Real Estate®: Europe 2021, realizado pela PwC and the Urban Land Institute.

Veja AQUI o artigo publicado pelo DI.


Fonte: Diário Imobiliário - 2020-11-20 

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